Este é dos livros mais impressionantes que já li até hoje e confesso que houve momentos em que senti a lágrima ao canto do olho.
Um menino de 5 anos, que sempre viveu confinado a um simples quarto, pelo facto de a sua mãe ter sido raptada ainda antes do seu nascimento... é impressionante como este "pequeno mundo" visto pelos olhos de uma criança nos pode tocar o coração, sendo mais impressionante ainda a mudança a que a criança é sujeita quando conhece o mundo exterior. Uma leitura altamente recomendável.
Original, poderoso e soberbo. "O Quarto de Jack" é um lugar que não vai esquecer; o mundo é um sítio que nunca mais olhará da mesma maneira.
Para Jack, de 5 anos, o quarto é o mundo todo. É onde ele e a Mamã comem, dormem, brincam e aprendem. Embora Jack não saiba, o sítio onde ele se sente completamente seguro e protegido, aquele quarto de 11 metros quadrados, é também a prisão onde a mãe tem sido mantida contra a sua vontade.
Contada na divertida e comovente voz de Jack, esta é uma história de um amor imenso que sobrevive a circunstâncias aterradoras e da ligação umbilical que une mãe e filho.
Notas sobre a autora:
Emma Donoghue é escritora de romances históricos e contemporâneos. Nasceu em Dublin, em 1969, e vive actualmente no Canadá.
O Quarto de Jack é o seu título mais conhecido mas Emma já escreve desde os 23 anos e a sua carreira conta com alguns bestsellers como Slammerkin, The sealed letter, Landing, Life-Mask, Hood e Stir-Fry.
Quinta-feira, 16 de Maio de 2013
BARRAS DE CEREAIS E MAÇÃ
Gosto mesmo muito de barras de cereais, especialmente antes de praticar qualquer actividade desportiva, mas sou apologista de que tudo o que se faz em casa é melhor, além de que não tem aditivos e é muito mais saudável.
Assim que encontrei esta receita na revista "Bimby" do passado mês de Fevereiro tratei de colocar mãos à obra e desde aí repito-a constantemente. Umas barras de cereais maravilhosas feitas com a ajuda da Mycook!!!
350gr de maçã reineta cortada em cubos
150gr de manteiga
170gr de açucar amarelo
20gr de mel
1/2 colher de chá de canela em pó
50gr de sultanas
230gr de flocos de aveia
Pré-aqueça o forno a 180º.
Coloque no copo a maçã e 30gr de manteiga e programe 10 minutos, 100º, velocidade 2.
Adicione 120gr de manteiga, o açucar, o mel, a canela e as sultanas e programe 2 minutos, 100º, velocidade 2.
Adicione a aveia e envolva com a ajuda de uma espátula. Coloque num tabuleiro com aproximadamente 18x27cm, forrado com papel vegetal, e leve ao forno, a 180º, cerca de 20 minutos (as minhas ficaram cerca de 35 minutos, pois gosto delas bem crocantes).
Retire do forno, deixe arrefecer e corte em rectângulos com aproximadamente 8x3cm.
Depois de frias guarde numa caixa com tampa hermética.
Informação Nutricional:
Ingredientes para 18 unidades
Por unidade: 165 Kcal Proteínas: 2gr
Gordura: 8gr Hidratos de carbono: 22gr
Assim que encontrei esta receita na revista "Bimby" do passado mês de Fevereiro tratei de colocar mãos à obra e desde aí repito-a constantemente. Umas barras de cereais maravilhosas feitas com a ajuda da Mycook!!!
350gr de maçã reineta cortada em cubos
150gr de manteiga
170gr de açucar amarelo
20gr de mel
1/2 colher de chá de canela em pó
50gr de sultanas
230gr de flocos de aveia
Pré-aqueça o forno a 180º.
Coloque no copo a maçã e 30gr de manteiga e programe 10 minutos, 100º, velocidade 2.
Adicione 120gr de manteiga, o açucar, o mel, a canela e as sultanas e programe 2 minutos, 100º, velocidade 2.
Adicione a aveia e envolva com a ajuda de uma espátula. Coloque num tabuleiro com aproximadamente 18x27cm, forrado com papel vegetal, e leve ao forno, a 180º, cerca de 20 minutos (as minhas ficaram cerca de 35 minutos, pois gosto delas bem crocantes).
Retire do forno, deixe arrefecer e corte em rectângulos com aproximadamente 8x3cm.
Depois de frias guarde numa caixa com tampa hermética.
Informação Nutricional:
Ingredientes para 18 unidades
Por unidade: 165 Kcal Proteínas: 2gr
Gordura: 8gr Hidratos de carbono: 22gr
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Pequeno-Almoço
Terça-feira, 14 de Maio de 2013
OVOS NO FORNO COM FIAMBRE E ALHO FRANCÊS
Há receitas simples que sabemos que têm tudo para dar certo... e há dias em que não nos apetece cozinhar nada de complicado nem muito pesado para o estômago.
Aliando estes dois factores experimentei esta receita da Colher-de-Pau e ficou aprovadíssima, ainda mais que a minha filha, que diz sempre que não gosta de alho francês, comeu com grande satisfação.
Uma bela sugestão para o final de um dia de praia.
2 ovos
1 alho francês pequeno
4 fatias de fiambre
1/2 cebola pequena
1 dente de alho
4 colheres de sopa de natas
sal e pimenta q.b.
1 colher de sopa de azeite
Pique a cebola e o dente de alho e leve a alourar, num tachinho, com o azeite. Acrescente depois o alho francês previamente cortado em rodelas e bem lavado e deixe refogar alguns minutos. Junte agora o fiambre cortado em pedacinhos e tempere com um pouco de sal e pimenta e deixe refogar por mais uns minutos.
Retire do lume e divida a mistura por duas tacinhas que possam ir ao forno. Abra um ovo dentro de cada uma das tacinhas e junte-lhe 2 colheres de sopa de natas.
Leve as tacinhas ao forno previamente aquecido a 180º e deixe cozinhar cerca de 10 minutos ou até os ovos estarem cozidos.
Sirva com palitos de pão torrado.
Aliando estes dois factores experimentei esta receita da Colher-de-Pau e ficou aprovadíssima, ainda mais que a minha filha, que diz sempre que não gosta de alho francês, comeu com grande satisfação.
Uma bela sugestão para o final de um dia de praia.
2 ovos
1 alho francês pequeno
4 fatias de fiambre
1/2 cebola pequena
1 dente de alho
4 colheres de sopa de natas
sal e pimenta q.b.
1 colher de sopa de azeite
Pique a cebola e o dente de alho e leve a alourar, num tachinho, com o azeite. Acrescente depois o alho francês previamente cortado em rodelas e bem lavado e deixe refogar alguns minutos. Junte agora o fiambre cortado em pedacinhos e tempere com um pouco de sal e pimenta e deixe refogar por mais uns minutos.
Retire do lume e divida a mistura por duas tacinhas que possam ir ao forno. Abra um ovo dentro de cada uma das tacinhas e junte-lhe 2 colheres de sopa de natas.
Leve as tacinhas ao forno previamente aquecido a 180º e deixe cozinhar cerca de 10 minutos ou até os ovos estarem cozidos.
Sirva com palitos de pão torrado.
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Receitas emprestadas,
Saladas e petiscos
Segunda-feira, 13 de Maio de 2013
"ALMAS PERDIDAS"
Um livro que no início me pareceu ter uma escrita algo depressiva, especialmente nas passagens que dizem respeito à personagem principal, o detective Lawrence.
Mas afinal o livro revela-se uma agradável surpresa e vale mesmo a pena ler até ao final, pois nunca nos passaria pela cabeça que a história teria este desfecho.
Um policial interessante, sem no entanto ser muito sangrento.
Na noite de Halloween, numa pequena cidade do Midwest americano, dá-se uma tragédia. No meio dos habituais actos de vandalismo e das travessuras de adolescentes, um agente da polícia descobre provas arrepiantes daquilo que parece ser um caso de atropelamento e fuga. Mas, à medida que a investigação progride e se intensifica o interesse dos meios de comunicação social, começa a desvendar-se uma história muito mais terrível. Enquanto o presidente da Câmara e o chefe da polícia conspiram para afastar as atenções do principal suspeito - um herói desportivo local que se espera que conduza a cidade às finais do campeonato estadual -, cabe ao homem que descobriu o cadáver desmascarar a verdade que os outros pretendem encobrir.
Almas Perdidas vem confirmar Michael Collins como mestre de um género que se pode designar como policial literário, empolgante e psicologicamente intenso. É o retrato angustiante de uma cidade em declínio, dos desesperados esforços dos seus líderes para a manterem de pé e de um homem cuja solidão opressiva o força a tomar decisões surpreendentes.
Notas sobre o autor:
Michael Collins nasceu na Irlanda mas emigrou para os EUA para frequentar a universidade, e continua a viver aí. Antes de Almas Perdidas escreveu sete outras obras de ficção recebidas entusiasticamente pela crítica e pelos leitores e traduzidas em todo o mundo. Entre estas contam-se Os Guardiões da Verdade e Os Profanadores, ambas já editadas em Portugal.
Mais informações sobre o autor no site www.michaelcollinsauthor.com.
Mas afinal o livro revela-se uma agradável surpresa e vale mesmo a pena ler até ao final, pois nunca nos passaria pela cabeça que a história teria este desfecho.
Um policial interessante, sem no entanto ser muito sangrento.
Na noite de Halloween, numa pequena cidade do Midwest americano, dá-se uma tragédia. No meio dos habituais actos de vandalismo e das travessuras de adolescentes, um agente da polícia descobre provas arrepiantes daquilo que parece ser um caso de atropelamento e fuga. Mas, à medida que a investigação progride e se intensifica o interesse dos meios de comunicação social, começa a desvendar-se uma história muito mais terrível. Enquanto o presidente da Câmara e o chefe da polícia conspiram para afastar as atenções do principal suspeito - um herói desportivo local que se espera que conduza a cidade às finais do campeonato estadual -, cabe ao homem que descobriu o cadáver desmascarar a verdade que os outros pretendem encobrir.
Almas Perdidas vem confirmar Michael Collins como mestre de um género que se pode designar como policial literário, empolgante e psicologicamente intenso. É o retrato angustiante de uma cidade em declínio, dos desesperados esforços dos seus líderes para a manterem de pé e de um homem cuja solidão opressiva o força a tomar decisões surpreendentes.
Notas sobre o autor:
Michael Collins nasceu na Irlanda mas emigrou para os EUA para frequentar a universidade, e continua a viver aí. Antes de Almas Perdidas escreveu sete outras obras de ficção recebidas entusiasticamente pela crítica e pelos leitores e traduzidas em todo o mundo. Entre estas contam-se Os Guardiões da Verdade e Os Profanadores, ambas já editadas em Portugal.
Mais informações sobre o autor no site www.michaelcollinsauthor.com.
Quarta-feira, 8 de Maio de 2013
LEITE ACHOCOLATADO
Que boas recordações tenho do meu tempo de estudante, em que nos intervalos ia ao buffet com as minhas colegas, comer um bolo de arroz e beber uma garrafa de leite com chocolate... Havia colegas que preferiam o leite aquecido, mas eu como sou do contra, mesmo em pleno Inverno, gostava sembre de o saborear bem fresquinho.
Sabiam que agora, com a ajuda dos robots de cozinha, temos a possibilidade de fazer leite achocolatado, igualzinho ao de compra, sem adição de corantes nem conservantes, a baixo custo?
Aqui fica a receita que retirei da revista Bimby do passado mês de Fevereiro.
50gr de chocolate de culinária partido em pedaços
50gr de açucar amarelo
1000gr de leite
Coloque no copo o chocolate e pulverize 5 segundos, velocidade 10.
Adicione o açucar e o leite e aqueça 10 minutos, 80º, velocidade 3.
Deixe arrefecer e coe com a ajudar de um passador. Coloque em garrafas e reserve no frigorífico até 5 dias. Agite bem antes de servir.
Qual é a desculpa que vão arranjar para não experimentar esta delícia?
Informação nutricional por 100ml:
Calorias: 90 Proteínas: 4gr
Gorduras: 3gr Hidratos de Carbono: 12gr
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Mycook,
Pequeno-Almoço
Terça-feira, 7 de Maio de 2013
"AGRIDOCE"
Este é um daqueles livros que me conseguiram surpreender pela positiva. Até meio do livro estava a achar a obra sem interesse e estive quase a pô-la de lado e a desistir de ler. Mas acho que tal aconteceu porque estava nuns dias em que não me conseguia concentrar devidamente na leitura.
Assim que "assentei os pés no chão" e comecei a dar ao livro a atenção que ele veradeiramente merecia fiquei fã da história e li o resto num abrir e fechar de olhos.
O livro fala basicamente de uma teia de mentiras que vai passando de geração em geração... mentiras que por vezes parecem inocentes mas que um dia, mais tarde, poderão pôr em causa a felicidade de certas pessoas.
Valerá a pena mentir em nome do amor? Valerá a pena carregar um segredo ao longo da vida?
De Bangladesh a Londres, dos anos 50 aos dias de hoje, três gerações de uma família são ensombradas pelos segredos de um passado que teima em não ficar para trás.
Shona Karim está apaixonada. Ela tem apenas 10 anos mas sabe de imediato que encontrou o homem dos seus sonhos quando vê Parvez pela primeira vez. Shona é uma romântica inveterada, tal como o pai, cuja generosidade o tornou no alvo da pior das traições. Anos mais tarde, mentido a si próprios e às suas famílias, Shona e Parvez fogem para começar uma nova vida.
Mas a herança de Shona é feita de duplicidades e de enganos cúmplices. À medida que o tempo passa, também ela teme que os seus piores segredos sejam expostos.
Poderá o amor ser suficientemente forte para emendar os erros do passado?
Notas sobre a autora:
Roopa Farooki nasceu em Lahore, no Paquistão, em 1974, e cresceu em Londres. Estudou em Oxford e trabalhou no sector da publicidade antes de se virar para a escrita de ficção. Agridoce, o seu romance de estreia, foi finalista do Orange Broadband Award for New Writers em 2007. Actualmente divide o seu tempo entre Londres e o Sudoeste de França.
Assim que "assentei os pés no chão" e comecei a dar ao livro a atenção que ele veradeiramente merecia fiquei fã da história e li o resto num abrir e fechar de olhos.
O livro fala basicamente de uma teia de mentiras que vai passando de geração em geração... mentiras que por vezes parecem inocentes mas que um dia, mais tarde, poderão pôr em causa a felicidade de certas pessoas.
Valerá a pena mentir em nome do amor? Valerá a pena carregar um segredo ao longo da vida?
De Bangladesh a Londres, dos anos 50 aos dias de hoje, três gerações de uma família são ensombradas pelos segredos de um passado que teima em não ficar para trás.
Shona Karim está apaixonada. Ela tem apenas 10 anos mas sabe de imediato que encontrou o homem dos seus sonhos quando vê Parvez pela primeira vez. Shona é uma romântica inveterada, tal como o pai, cuja generosidade o tornou no alvo da pior das traições. Anos mais tarde, mentido a si próprios e às suas famílias, Shona e Parvez fogem para começar uma nova vida.
Mas a herança de Shona é feita de duplicidades e de enganos cúmplices. À medida que o tempo passa, também ela teme que os seus piores segredos sejam expostos.
Poderá o amor ser suficientemente forte para emendar os erros do passado?
Notas sobre a autora:
Roopa Farooki nasceu em Lahore, no Paquistão, em 1974, e cresceu em Londres. Estudou em Oxford e trabalhou no sector da publicidade antes de se virar para a escrita de ficção. Agridoce, o seu romance de estreia, foi finalista do Orange Broadband Award for New Writers em 2007. Actualmente divide o seu tempo entre Londres e o Sudoeste de França.
Quinta-feira, 2 de Maio de 2013
"PRIMEIRO CAMPA À DIREITA"
Este é dos livros mais engraçados que eu li nos últimos tempos. Embora a história tenha um toque de mistério e suspense, o humor com que a autora escreve sobre uma rapariga que tem o dom de ver pessoas mortas, podendo conversar com elas, é hilariante.
Gostei bastante deste livro e já tenho encomendado o resto da colecção, pois este livro tem continuação: mais 4 livros se seguirão.
Assim que ler o próximo contarei em primeira mão a minha opinião....
Charley Davidson, investigadora privada a tempo parcial e ceifeira negra a tempo inteiro. Quer dizer que vê os mortos. Vê mesmo. E a função dela é convencê-los a "irem para a luz". Mas quando esses mortos muito mortos morreram em circunstâncias pouco ideais, querem que Charley entregue os maus à justiça.
Para complicar, tem andado a ter uns sonhos muito sensuais com um ser que a tem seguido toda a vida...
Com tensão ao rubro e humor a rodos, "Primeira Campa à Direita" é o passaporte para momentos de suspense da melhor qualidade.
Notas sobre a autora:
Darynda Jones foi a vencedora do Prémio Golden Heart de 2009 para Melhor Romance Paranormal pela obra Primeira Campa à Direita.
Darynda não se lembra de não escrever. Vive no Novo México com o marido e os dois filhos.
Gostei bastante deste livro e já tenho encomendado o resto da colecção, pois este livro tem continuação: mais 4 livros se seguirão.
Assim que ler o próximo contarei em primeira mão a minha opinião....
Charley Davidson, investigadora privada a tempo parcial e ceifeira negra a tempo inteiro. Quer dizer que vê os mortos. Vê mesmo. E a função dela é convencê-los a "irem para a luz". Mas quando esses mortos muito mortos morreram em circunstâncias pouco ideais, querem que Charley entregue os maus à justiça.
Para complicar, tem andado a ter uns sonhos muito sensuais com um ser que a tem seguido toda a vida...
Com tensão ao rubro e humor a rodos, "Primeira Campa à Direita" é o passaporte para momentos de suspense da melhor qualidade.
Notas sobre a autora:
Darynda Jones foi a vencedora do Prémio Golden Heart de 2009 para Melhor Romance Paranormal pela obra Primeira Campa à Direita.
Darynda não se lembra de não escrever. Vive no Novo México com o marido e os dois filhos.
Quarta-feira, 1 de Maio de 2013
"O DIÁRIO DE JACK, O ESTRIPADOR"
Não há muito a dizer sobre este livro, a não ser que é uma obra arrepiante que retrata a mente doentia de um dos serial-killers mais famoso da história da humanidade.
Só me faz confusão uma coisa: como é que, quem privava de perto com este homem, não percebia que a sua mente era tão mórbida e doentia.
Só prova que, para além de doente, era dono de uma enorme inteligência...
"O Diário de Jack, O Estripador" gerou uma verdadeira tempestade, por parte dos media, quando foi lançado. Um diário, com narrativas horríveis, que descrevem a obra do famoso serial killer que aterrorizou Londres.
Esta edição fornece novas provas sobre os casos: testes de tinta e papel que datam dos anos das mortes das prostitutas, pistas que apontam para James Maybrick, incluindo as iniciais da sua esposa deixadas na parede do quarto de uma das vítimas, etc.
Uma obra dura e estonteante. O livro retrata a viagem à mente atormentada de Jack, O Estripador, tendo uma linguagem por vezes pesada e cruel.
Notas sobre a autora:
A vida profissional de Shirley Harrison passa pelo jornalismo, jornalismo de revista e radiodifusão.
Durante cinco anos viveu com o marido, John, numa velha barcaça, mudando-se apenas para o campo, em Sussex, quando os filhos nasceram.
Perdeu o marido em 1983 e voltou a casar, vivendo actualmente em New Haven.
Tem oito filhos, dez netos e quatro bisnetos.
Só me faz confusão uma coisa: como é que, quem privava de perto com este homem, não percebia que a sua mente era tão mórbida e doentia.
Só prova que, para além de doente, era dono de uma enorme inteligência...
"O Diário de Jack, O Estripador" gerou uma verdadeira tempestade, por parte dos media, quando foi lançado. Um diário, com narrativas horríveis, que descrevem a obra do famoso serial killer que aterrorizou Londres.
Esta edição fornece novas provas sobre os casos: testes de tinta e papel que datam dos anos das mortes das prostitutas, pistas que apontam para James Maybrick, incluindo as iniciais da sua esposa deixadas na parede do quarto de uma das vítimas, etc.
Uma obra dura e estonteante. O livro retrata a viagem à mente atormentada de Jack, O Estripador, tendo uma linguagem por vezes pesada e cruel.
Notas sobre a autora:
A vida profissional de Shirley Harrison passa pelo jornalismo, jornalismo de revista e radiodifusão.
Durante cinco anos viveu com o marido, John, numa velha barcaça, mudando-se apenas para o campo, em Sussex, quando os filhos nasceram.
Perdeu o marido em 1983 e voltou a casar, vivendo actualmente em New Haven.
Tem oito filhos, dez netos e quatro bisnetos.
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